
Não deveria ter acontecido; de forma alguma poderíamos termos nos entregado assim; o que posso dizer agora, além do silêncio: que quero mais?!(nem isso eu consigo) sempre acontece comigo; essa carência quase sem término, que me consome até tal cansaço da vida. Não por sua culpa, por minha mesmo; por esse meu jeito de falar tanto e não dizer nada. Apenas pensar no que podia ter feito, e no querer voltar atrás e fazer dum outro jeito.
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Mas não adianta muita coisa; eu gosto de correr riscos, e me parece que você não faz o tipo de cara perigoso. Queria ter um jeito melhor de não te contar; seria não sentir, mas como? Que vida a minha cíclica; preciso sair do lugar.
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Mudam-se as pessoas e os lugares, mas essa droga de enredo que me mata, fica. Vai-te embora, me deixa mudar a minha história...
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... Mas vê se volta quando eu te pedir.
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Mas não adianta muita coisa; eu gosto de correr riscos, e me parece que você não faz o tipo de cara perigoso. Queria ter um jeito melhor de não te contar; seria não sentir, mas como? Que vida a minha cíclica; preciso sair do lugar.
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Mudam-se as pessoas e os lugares, mas essa droga de enredo que me mata, fica. Vai-te embora, me deixa mudar a minha história...
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... Mas vê se volta quando eu te pedir.
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