
Adoro escrever. Não importa onde, eu adoro escrever. Num caderno, num site, num blog, numa folha de papel, num guardanapo. Escrevo por puro e único prazer, e não espero elogios. Eu nunca espero elogios do que falo, nem do que faço, e muito menos do que escrevo. Eu não quero parecer esperta, já que não sou. Eu quero me expressar do jeito que puder; seja com palavras ou com berros. Admito que sou melhor nos berros, mas admito também que quando quero realmente, sou boa com as palavras. O que eu gosto de verdade quando eu escrevo é que eu não consigo mentir, quando eu escrevo só sai sentimentos. Claro que eles vêem um pouco camuflados, pouco não, muito camuflados. É um jeito de me proteger, de proteger o que sinto. Essa é a melhor parte de escrever: eu digo o que estou sentindo, como e quando, mas a maioria das pessoas não intendem, e as que intendem não vão rir ou julgar, pois elas sentem ou já sentiram o mesmo.
Hoje escrevo por raiva e pena de uma pessoa; a última vez que escrevi eu estava sofrendo, estava confusa; e de outras vezes foi sempre assim. Acho que nunca escrevi quando estava feliz, até porque felicidade é um estado passageiro não é?! Talvez. As vezes esse estado passageiro pode durar muito tempo, anos.
Eu realmente me pergunto porque de vez e outra, quase sempre me pegam pra Jesus e me pregam na cruz, mas sem poder virar Salvador no final. Até hoje, pelo menos que eu lembre ou que eu saiba, nunca fiz mal a ninguem. Por que essa inveja?! Por que essa vontade de semear a discordia ein?!
Mas o que mais me doí, mais me doí profundamente é a falsidade; tenho meus momentos, não sou santa, já fui falsa e sou caso precise, com quem merece. Agora, me diz o que uma bebidinha a mais não faz, é isso que me irrita: ser uma pessoa na frente de todos, moralmente correta, cheia de integridade, mas quando bebe, fala, oh se fala, fala de todo mundo, da vida de todo mundo, inventa estórias, cria personagens.
Como eu disse, sou falsa quando preciso e com quem merece; agora vou expressar toda a maldade, que me fez criar no peito, e toda a dissimulação que me propôs.
Mas tu, tu que és meu amigo, tu que me vê sempre feliz de alto astral, não te preocupas. Eu não vou mudar, não vou mudar nada com você. Só com quem merece, quem merece.
Que confusão eu sou! Preciso apender a organizar minha idéias, ou não?! Não! Eu gosto exatamente assim, uma coisa puxa a outra e você fala o que sente, porque sente, onde sente.
Só queria que aprendessem, o que eu já aprende faz um bom tempo, e que quase ninguem aprendi na vida: Que a roupa que um sujeito usa, não mostra o que ele é de verdade!
Hoje escrevo por raiva e pena de uma pessoa; a última vez que escrevi eu estava sofrendo, estava confusa; e de outras vezes foi sempre assim. Acho que nunca escrevi quando estava feliz, até porque felicidade é um estado passageiro não é?! Talvez. As vezes esse estado passageiro pode durar muito tempo, anos.
Eu realmente me pergunto porque de vez e outra, quase sempre me pegam pra Jesus e me pregam na cruz, mas sem poder virar Salvador no final. Até hoje, pelo menos que eu lembre ou que eu saiba, nunca fiz mal a ninguem. Por que essa inveja?! Por que essa vontade de semear a discordia ein?!
Mas o que mais me doí, mais me doí profundamente é a falsidade; tenho meus momentos, não sou santa, já fui falsa e sou caso precise, com quem merece. Agora, me diz o que uma bebidinha a mais não faz, é isso que me irrita: ser uma pessoa na frente de todos, moralmente correta, cheia de integridade, mas quando bebe, fala, oh se fala, fala de todo mundo, da vida de todo mundo, inventa estórias, cria personagens.
Como eu disse, sou falsa quando preciso e com quem merece; agora vou expressar toda a maldade, que me fez criar no peito, e toda a dissimulação que me propôs.
Mas tu, tu que és meu amigo, tu que me vê sempre feliz de alto astral, não te preocupas. Eu não vou mudar, não vou mudar nada com você. Só com quem merece, quem merece.
Que confusão eu sou! Preciso apender a organizar minha idéias, ou não?! Não! Eu gosto exatamente assim, uma coisa puxa a outra e você fala o que sente, porque sente, onde sente.
Só queria que aprendessem, o que eu já aprende faz um bom tempo, e que quase ninguem aprendi na vida: Que a roupa que um sujeito usa, não mostra o que ele é de verdade!